Project Description


O actual município de Fafe desenvolvia-se, até às reformas liberais do século XIX, sob a designação de Monte Longo. Foi por esse território concelhio que andaram povos antigos, como os celtas e os romanos.
O mais conhecido sítio arqueológico do município, de que há notícia desde o século XIX, é o Povoado de Santo Ovídio. O antiquíssimo Monte Longo era um município medieval, sendo emblemática desse período a Igreja Românica de Arões (século XIII), único monumento nacional existente no concelho.

O Rei D. Manuel I outorgou Carta de Foral a Monte Longo em 5 de Novembro de 1513. Seria no século XIX que se daria o nascimento de Fafe moderno. Mudou de designação, quase triplicou territorialmente, passando para as 36 freguesias que tem actualmente. Na segunda metade, “explodiu” em progresso, alcançou um centro urbano moderno, viu nascer as primeiras indústrias, promoveu obras de assistência e filantropia, através sobretudo dos chamados “brasileiros de torna-viagem”.
São dessa época a Misericórdia, o Hospital, os Bombeiros, o Jardim Público. Do início do século XX, são o comboio entre Guimarães e Fafe (1907), a iluminação pública e privada a partir da central de Santa Rita (1914) e o Teatro-Cinema (1923), entre outros elementos de progresso. Em 23 de Agosto de 1986, Fafe atingiu o estatuto de cidade.

Como locais de visita, pelo concelho, além da Igreja Românica de Arões, o Castro de Santo Ovídio, a Igreja Matriz de Fafe (medieval), a arquitectura “brasileira” dispersa pela cidade, o Jardim do Calvário (séc. XIX), o Museu Hidroeléctrico de Santa Rita, o Museu Regional do Automóvel, o Museu das Migrações e o Museu da Imprensa Local.

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