Project Description

    Svarta Rosor
    Yentl de Werdt dança desde sempre e Mieke Segers ama Sibelius, Berlioz e Rachmaninov. Juntas procuram uma performance harmoniosa, onde movimento e som se tornam uma só história. Svarta Rosor, que significa Rosas Negras em Sueco, é a narrativa sobre contrastes entre seres humanos: graça e seriedade, nostalgia e resignação, natureza e leveza, amor e vazio…
Uma performance cheia de dança contemporânea e canto clássico. Pura e sem ruídos externos. Para que todos se deixem levar pelo sonho.
    Coreografia: Yentl de Werdt, Mieke Segers e Ben. De Keyser.
    Performers: Mieke Segers (voz) e Yentl de Werdt (dança)
    Esta performance é apoiada por Sacred Places vzw. Belgium

    Mieke Segers
    Mieke Segers nasceu em 1983 em Maaseik, Bélgica. Em criança teve aulas de piano, coro, teatro e ballet na academia de música local.
    Em Setembro de 2002 iniciou o seu estudo do canto no Lemmensinstitute em Leuven onde teve aulas com Gerda Lombaerts e Dina Grossberger. Três anos mais tarde transfere-se para o Royal Conservatory em Haia, Holanda, onde termina o seu curso em 2009 com Sasja Hunnego (canto clássico e Pedagogia do canto). Em 2009/2010 frequentou o Vlaamse Operastudio em Gent. Aqui desempenhou o papel de Ruggiero na ópera Alcina de Handel. Participou ainda em vários cursos de aperfeiçoamento com Graham Johnson, Sarah Walker, Mirella Freni e Grace Bumbry. Neste último curso arrecadou o prémio para melhor voz feminina.
    Em 2010, foi-lhe atribuída uma bolsa da Província de Limburg (onde nasceu) para poder continuar as suas aulas de canto e realizar cursos de aperfeiçoamento vocal. Como solista interpretou os papéis de Dorabella na ópera Così fan tutte de Mozart com Erki Korhonen, Messa di Gloria de Donizetti, Les Nuits d’été de Hector Berlioz, o solo do alto das Vésperas de Rachmaninov, “Music for 18 Musicians” de Steve Reich. Participou ainda em diversas produções de ópera para crianças no “Zomeropera Alden Biesen”.
    Desde Setembro de 2012 tem vindo a criar com Yentl De Werdt e Ben Dekeyser espectáculos de canto/dança. É membro do ensemble de teatro musical Leporello.

    Yentl de Werdt, alumni
    Yentl de Werdt estudou no Royal Balletschool of Antwerp e terminou os seus estudos na P.A.R.T.S. sob a orientação de Anne Teresa De Keersmaeker.
    Em 2007 dançou internacionalmente com a ‘Anurekha Ghosh & Company’ no Reino-Unido e apresentou-se em diferentes produções com Cie 13 (Rosa Mei) na Europa e na China. Iniciou em 2009, com o coreógrafo Benjamin Vandewalle, o ‘Comfusão Exchange Platform’ em Maputo e na África do Sul. Criaram e apresentaram o seu trabalho no ‘Umbrella Dance Festival’ e no ‘Kinani Festival’. Em 2011-2012 dançou no ‘Blauwe Storm’ de Randi De Vlieghe/fABULEUS e realizou uma digressão na Bélgica, Holanda, Áustria e Suíça.
    Como professora convidada trabalha com Dancing Kids, Mooss vzw e Wisper. Em 2012 trabalhou com a companhia Akram Khan em Londres e participou na sua coreografia de abertura dos jogos olímpicos de 2012, em Londres. Fundou recentemente a sua própria companhia de dança ‘Into ici’ juntamente com Judith Clijsters. A sua primeira produção ‘dagbreek’ estreou-se, em Novembro, no Centro Cultural de Hasselt, Bélgica.

    Hogeschool Gent Conservatorium, Bélgica
    Em atualização.

     

    Royal Balletschool Antwerp, Bélgica
    Localizado no coração da cidade, o Royal Ballet School of Antwerp oferece formação em ballet profissional para jovens bailarinos integrados com a educação em geral. Fundada em 1951 por Jeanne Brabants, a escola tornou-se a instituição de renome internacional que é hoje.
    O seu objetivo é desenvolver jovens para que se tornem bailarinos profissionais com fortes bases na dança clássica, mas que também sejam capazes de lidar com todas as complexidades do reportório moderno e contemporâneo. The Royal Ballet School de Antuérpia tem uma rica tradição de excelência. Basta olhar para a lista de prémios da escola para apreciar a riqueza de talentos que tem produzido. É uma tradição que no motiva com confiança para continuar com sucesso no futuro.
    The Royal Ballet School de Antuérpia é uma escola parceira do Prix de Lausanne

     

    Performing Arts Research and Training Studios (P.A.R.T.S) – Brussels, Bélgica
    A Performing Arts Research and Training Studios (P.A.R.T.S.) deu início à sua atividade em setembro de 1995. A escola é uma iniciativa conjunta das Rosas (companhia de dança) e o Belgium National Opera De Munt / La Monnaie. A sua diretora é a coreógrafa Anne Teresa De Keersmaeker, que também projetou o currículo artístico e pedagógico.

    P.A.R.T.S. desenvolve o seu trabalho no âmbito da dança contemporânea. Fornece uma formação técnica completa para bailarinos/coreógrafos e ajuda-os a desenvolver–se enquanto artistas independentes e criativos. No entanto, a dança não é uma forma de arte isolada; está envolvida num diálogo constante com as outras artes do espetáculo – música e teatro. Ambas as disciplinas figuram com destaque no currículo, pois na P.A.R.T.S. trabalha-se sempre para o desempenho real, o momento em que o artista se envolve num diálogo com o público – o bailarino enquanto artista, mas também enquanto artista pensador. A escola procura estudantes individualmente fortes mas que possuam também um forte senso de dinâmica de grupo.
    P.A.R.T.S. no entanto é, em primeiro lugar, um projeto artístico. O currículo é baseado na extensa experiência prática de Anne Teresa De Keersmaeker e de outros coreógrafos. Ao mesmo tempo P.A.R.T.S. é um laboratório para o futuro. A arte não é algo que se possa aprender – mas na P.A.R.T.S. espera-se que o material oferecido confronte e provoque, que estimule os alunos a formar suas próprias opiniões e que assim se consiga oferecer-lhes uma base produtiva sólida para o seu futuro enquanto artistas. Numa palavra, P.A.R.T.S. propõe-se ser um lugar onde a arte crítica e criativa possam criar raízes.
    P.A.R.T.S. é um programa de formação a tempo integral, que exige empenho total dos seus alunos. Os esforços contínuos que se esperam do corpo de um bailarino exigem uma correspondente consciencialização sobre questões de saúde. A escola contribui para essa questão, oferecendo refeições macrobióticas diárias aos alunos. Além disso, diversos cursos do currículo são dedicados à melhoria da saúde física.